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Sarta

Giovanna

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A costureira Joana d’ArPo – Joana la Valente O Pronto Como um rato no queijo

Solo

A COSTUREIRA

A mesa de costura se torna o novo universo da palhaça Joana.Uma bisbilhotada através de uma casa de botão é suficiente para descobrí-lo: O fio de sua história se desenrola como seus rolos de tecidos. Os manequins estão a seu redor e nem mesmo a morte é capaz de parar suas enormes tesouras.

Contudo, entre suas agulhas e carretéis, seu destino pode muito bem perder o fio. Num  inusitado golpe do destino um grande abismo se abre dentro de sua caixa de costura. A roda da vida também faz parte do atelier de Joana, gira ao redor da finitude do ser e da infinitude do jogo.



A Costureira é resultado de uma parceria entre Gardi Hutter e Michael Vogel, diretor da companhia alemã Familie Flöz. A criação de A COSTUREIRA partiu do desejo de Gardi em montar um espetáculo no qual pudesse abordar a relação entre o destino e a morte como um divertido jogo de vida. O destino está ligado a fios e tesouras em diversas mitologias, por exemplo, as três deusas do destino - as Moiras (grega), as Parcas (romana) e as Nornes (nórdica) - a primeira gera o fio da vida, a segunda a mede e a terceira a corta.



Escrita por Gardi Hutter e Michael Vogel.
Atuação : Gardi Hutter.
Direção : Michael Vogel (Familia Flöz)
Música : Franui.
Som : Dirk Schöder.
Video: Andreas Dihm.
Cenografía : Urs Moesh.
Desenho de Luz: Reinhard Hubert
Assesoria Gags: Ferruccio Cainero 
Técnicos: Raffaella Benini, Andrea Cosentino
Arte Gráfica: Stephan Bund





O PONTO

 

O Ponto

Joana é um “ponto” que vive para o teatro e também sob o teatro. Trata-se da memória viva dos atores durante suas apresentações: uma vez esquecida a fala, cabe ao “ponto”, discretamente, sussurrar o trecho que se segue.

Olhando para o mundo através de uma estreita abertura no chão, ela sabe toda a peça e conhece cada um dos intérpretes. Ela reconhece os atores somente pela voz e pelo cheiro dos pés. Porém, ninguém a conhece. A sua existência só é recordada quando a fala é esquecida. Quando um dos atores se perde no texto, a voz do ponto mostra o caminho a seguir. 

Tendo constituído seu lar embaixo de um palco antigo, Joana é uma trabalhadora apaixonada que tem a vantagem de quase não precisar sair da cama para cumprir a sua função. Apesar de passar os seus dias na sombra, a vida de Joana não deixa de ter o seu encanto. Falta luz, mas não diversão. No subsolo, ela aprendeu a se divertir de uma forma muito particular. 

Um dia, o velho teatro é substituído por outro mais moderno. Mas ninguém se lembra de informar a apontadora do que estava por acontecer.


Escrita por Gardi Hutter
Atuação : Gardi Hutter.
Direção : Fritzi Bisenz + Ueli Bichsel
Música : Franco Feruglio
Cenografía : Urs Moesh, Martin Fischer






Foto: Adriano Heitmann

Suggeritrice

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JOANA D'ARPpO - JOANA LA VALENTE



Joana  é uma lavadeira às voltas com bacias, sabão, varais e montanhas de roupas sujas que enquanto faz seu trabalho devora um livro sobre Joana d'Arc. Entre delírios e ridículos, Joana sonha com grandes ações heróicas contra inimigos à sua altura. Desta forma, faz da sua lavanderia um campo de batalha surrealista.



Escrita por Hutter e Cainero
Atuação : Gardi Hutter.
Direção : Ferruccio Cainero 

Giovanna

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Como um rato no queijo

Un povero topo riesce finalmente a conquistare il sogno della sua vita: un enorme pezzo di formaggio - che sta in una trappola per topi.
Ma sarà solo l’inizio di nuovi problemi: la noia di avere tutto.

di Gardi Hutter, Ferruccio Cainero, Mark Wetter
Regia: Ferruccio Cainero
Scenografia: Roli Beetschen
Musica:  Franco Feruglio 

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